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Editorial

Um ano depois, mea culpa

Por Gustavo Martins-Coelho

Hugo, esqueci-me de ti. Mea maxima culpa. Há coisa dum mês, a tua coluna [1] cumpriu um ano de vida. Faço-lhe agora o elogio merecido, mas olvidado. Posso dizer-te que os leitores apreciaram, indubitavelmente, a tua escrita: dos dez artigos mais lidos em toda a «Rua…», dois [2, 3] são teus. Um versa «A isenção de IVA nos serviços de saúde» [2]; o outro «O coeficiente conjugal» [3]. Outros artigos também mereceram destaque junto dos leitores. Juntamente com estes dois, os teus cinco mais lidos são: «O Portugal da Estrada Nacional 1» [4]; «Apontamentos gauleses» [5]; e «De olhos em Madrid» [6]. Tiveste ainda o privilégio de inaugurar a primeira colecção [7] da «Rua da Constituição», a propósito de «A fiscalidade e a família em Portugal» [8]. Agradeço-te, ainda a preciosa colaboração como editor associado.

Felizmente, Ana, não me esqueci de ti. É hoje que a tua coluna [9] celebra o seu primeiro aniversário. Os teus cinco favoritos: «Indignados de trazer por casa» [10]; «Advogados, médicos e putas» [11]; «Obrigada, Francisco!» [12]; «Entretenimento alheio ou realidade alheada?» [13]; e «O Bar dos Gémeos» [14]. Lá pelo meio, ainda tiveste tempo para te disfarçares de mim e proclamares que «O Amor ainda existe» [15].

‘Bora mais um ano?

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