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O Muro das Lamentações

Adenda

Por Gustavo Martins-Coelho

Como comecei por dizer [1], a reflexão que fiz ao longo das últimas semanas a respeito da reforma do internato médico [2] teve, fruto das circunstâncias, relativamente pouco tempo para ser amadurecida, pelo que, inevitavelmente, enfermou de falhas. Um mês depois da primeira publicação [1], já decorreram reuniões, já recebi opiniões alheias e já progredi na minha própria forma de pensar. Por isso, optei, hoje, por rever a minha contraproposta ao projecto de reforma do internato médico [2], à luz dessas mudanças. Para não republicar tudo novamente, efectuei as alterações directamente nos textos publicados anteriormente (vantagens da publicação virtual, por contraponto ao papel), pelo que sugiro a sua leitura de novo, chamando a atenção, abaixo, para quais os artigos alterados:

  • Artigos alterados na parte: «Bem me parecia que não tinha acabado bem» [1] — 1.º, 2.º, 4.º, 5.º, 7.º e 8.º;
  • Artigos alterados na parte: «A contraproposta, parte dois» [3] — 10.º, 11.º, 13.º, 14.º, 16.º, 18.º, 21.º, 22.º e 24.º;
  • Artigos alterados na parte: «Como um médico se torna mesmo, mesmo médico» [4] — 27.º, 28.º, 29.º e 30.º;
  • Artigos alterados na parte: «Mudar a mudança» [5] — nenhum.

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